Doenças diarréicas são efeitos colaterais relativamente freqüentes das terapias antibióticas. Principalmente desde a introdução da clindamicina, no começo dos anos 70, porém, ocorreram mais freqüentemente formas mais sérias da doença (colite associada aos antibióticos (CAA), que podem se desenvolver quadros sérios de colite pseudomembranosa (CPM)).
Clostridium difficile é considerado o agente causador da colite pseudomembranosa (CMP) e como uma das causas da CAA e DAA. Para o aspecto da doença, a produção das toxinas A e B através de grupos toxígenos de Clostridium difficile tem um significado etiológico. Estas proteínas com massa molecular de respectivamente mais de 200 kDa são diferenciáveis imunológica e funcionalmente.
No caso da toxina A, trata-se de uma enterotoxina, no caso da toxina B, de uma citosina; ambas as toxinas podem funcionar sinergeticamente in vivo. Visto que nem todos os grupos de Clostridium difficile são formadores de toxina e aproximadamente 2 % dos adultos saudáveis e até 50 % das crianças com menos de 2 anos podem ser infectados com Clostridium difficile.
A detecção das toxinas A e B na prática diagnóstica parece ser mais significativa do que a detecção de germes.
O ensaio RIDASCREEN® Clostridium difficile Toxin A/B EIA é um enzima-imuno-ensaio, com o qual a toxina A e a toxina B podem ser detectadas de forma específica simultaneamente nas amostras de fezes dos pacientes, utilizando anticorpos monoclonais. O resultado confiável do exame fica pronto após 2 horas e meia, de modo que as medidas terapêuticas efetivas podem ser tomadas em um estágio inicial.

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